É difícil dizer quando o coração resolver ter vontade própria. Ele sai desembestado batendo por aí e você não consegue segurá-lo. Ele faz uma tremenda merda, um tremendo estrago, acaba tentando esquecer quem não devia, e vai se encantando por gente diferente, gente que não pode. É o coração.
O problema é explicar pra ele que ele tem que obedecer a você. Ele não consegue entender. Chora sozinho, você tenta consolá-lo e mesmo assim ele sofre de uma maneira que nenhum outro membro do corpo consegue reagir. Ele faz confusões até com aquele que deveria ser o mais sóbrio de todos: o cérebro. Ele começa a querer tirar a razão do cérebro e comandar os teus próximos movimentos.
Ele te causa sofrimento, porque é sempre imaturo. Não é estável, está sempre batendo, sempre em movimento, sempre bombeando sangue novo, querendo ares novos. A rotina, sempre a mesma. Só que cada vez um fluxo novo passa por ele, e de uma forma nova. Sístoles e diástoles que não têm fim. E isso te domina de uma certa forma que você se sente um bobalhão todas as vezes que sente ele bater mais forte, mesmo sendo em função da mesma pessoa novamente.
Quando é alguém novo, o coração é como um programa de computador, ou como um sofá novo: demora a se adaptar com o novo usuário, mas depois acaba cedendo e tornando-se confortável para o uso. Quando quebra é que nem ovo no chão. Faz uma sujeira na tua vida, e mesmo que limpe, ainda fica lá o cheiro daquilo que quebrou. Com o passar do tempo o cheiro some de vez, ou então você acaba se acostumando com ele.
Nossa, como é complicado conviver com essa pequena maquininha dentro de nós. Ainda mais quando ela adquire poder próprio.
O problema é explicar pra ele que ele tem que obedecer a você. Ele não consegue entender. Chora sozinho, você tenta consolá-lo e mesmo assim ele sofre de uma maneira que nenhum outro membro do corpo consegue reagir. Ele faz confusões até com aquele que deveria ser o mais sóbrio de todos: o cérebro. Ele começa a querer tirar a razão do cérebro e comandar os teus próximos movimentos.
Ele te causa sofrimento, porque é sempre imaturo. Não é estável, está sempre batendo, sempre em movimento, sempre bombeando sangue novo, querendo ares novos. A rotina, sempre a mesma. Só que cada vez um fluxo novo passa por ele, e de uma forma nova. Sístoles e diástoles que não têm fim. E isso te domina de uma certa forma que você se sente um bobalhão todas as vezes que sente ele bater mais forte, mesmo sendo em função da mesma pessoa novamente.
Quando é alguém novo, o coração é como um programa de computador, ou como um sofá novo: demora a se adaptar com o novo usuário, mas depois acaba cedendo e tornando-se confortável para o uso. Quando quebra é que nem ovo no chão. Faz uma sujeira na tua vida, e mesmo que limpe, ainda fica lá o cheiro daquilo que quebrou. Com o passar do tempo o cheiro some de vez, ou então você acaba se acostumando com ele.
Nossa, como é complicado conviver com essa pequena maquininha dentro de nós. Ainda mais quando ela adquire poder próprio.

4 opiniões:
Tentar não se guiar pelo coração é perda de tempo, ele falará mais alto do que o cérebro sempre, não importa o que aconteça. O négocio é se acostumar com isso, e torcer pra que o coração sempre nos guie pelos melhores caminhos mesmo que entre em uma ou outra rua errada de vez em quando né :D~
Adorei o texto Gutto, depois te linko lá no meu blog, see ya.
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Sabe, as vezes a gente precisa aprender a depositar as nossas paixões em outra coisa que não seja um muro em um chão de papel, ou seja, não construir um muro em algo que pode desmoronar a qualquer momento.
Pense nisso e questione-se..
Onde queres contruir tua vida? com base em que?
E sabe quem sofre enquanto isso? o coração!
Beijo na buchecha gostosa!
Droga! perdi por um minuto! rsrs
mas tá. :}
ja tas linkado no meu!
bjo
Ah, o coração.. Vive pregando peças na gente. Com o tempo começamos a aprender a lidar com erros que cometemos graças a ele, à impulsividade. Juramos não cair nas mesmas coisas novamente, mas quando vemos, lá estamos nós, bestas, apaixonados de novo. O pior é que gostamos, né? Coração é burro demais. Fato. :|
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